O ensino brasileiro vai de mal à pior: De quem é a culpa?
Não é de hoje, nem de ontem, a preocupação que parcela da população brasileira e o Governo têm com a educação no Brasil, que alcança os piores lugares em matemática, leitura e ciências. Numerosos estudos foram feitos sobre o assunto, para tentar explicar o motivo desse desempenho tão ruim: Afinal, de quem é a culpa? Dos pais? Dos professores? Dos alunos?
As escolas brasileiras, desde sempre, são um local em que os alunos se sentem em uma prisão-- um lugar que os pais enviariam seus filhos como uma espécie de "castigo"--o que dificulta a aprendizagem. Essa ideia de tornar o aprendizado uma coisa maçante, chata, tediosa e repetitiva esmaga qualquer oportunidade que os alunos têm de aprender.
Não só isso, mas o espírito de competição, um enorme ringue em que os alunos têm sempre de obterem os melhores desempenhos, passarem nas melhores faculdades, para divulgar o colégio e "ser alguém na vida", faz com que uma pressão desnecessária caia na cabeça dos mesmos. Por conta disso, são realizadas um grande número de provas, de horas de aula, de alunos por sala.
E que se exploda matérias que são de importância fundamental para a sociedade, como um todo- a exemplo de Filosofia, Sociologia, História, Geografia, Educação Física, Música, Artes... O foco, no entanto, ficou tão somente em matemática e redação, e tão somente em passar no ENEM ou vestibulares, que aprender, de fato, ficou impossível.
E, acima de tudo, o que estraga de vez esse cenário é a rotulação totalmente fora de contexto e desnecessária. É comum, por exemplo, atribuir um aluno que tira notas ruins à um "burro", "fracassado", ou que "nunca vai ser alguém na vida", o que revela o pensamento primitivo de boa parte dos alunos e dos professores. Um pensamento que não está preocupado se o aluno está aprendendo ou não, mas sim com as notas. Status. Afinal, é tudo isso que importa: A escola não está mais preocupada com os alunos, está preocupada com ela mesma.
As escolas brasileiras, desde sempre, são um local em que os alunos se sentem em uma prisão-- um lugar que os pais enviariam seus filhos como uma espécie de "castigo"--o que dificulta a aprendizagem. Essa ideia de tornar o aprendizado uma coisa maçante, chata, tediosa e repetitiva esmaga qualquer oportunidade que os alunos têm de aprender.
Não só isso, mas o espírito de competição, um enorme ringue em que os alunos têm sempre de obterem os melhores desempenhos, passarem nas melhores faculdades, para divulgar o colégio e "ser alguém na vida", faz com que uma pressão desnecessária caia na cabeça dos mesmos. Por conta disso, são realizadas um grande número de provas, de horas de aula, de alunos por sala.
E que se exploda matérias que são de importância fundamental para a sociedade, como um todo- a exemplo de Filosofia, Sociologia, História, Geografia, Educação Física, Música, Artes... O foco, no entanto, ficou tão somente em matemática e redação, e tão somente em passar no ENEM ou vestibulares, que aprender, de fato, ficou impossível.
E, acima de tudo, o que estraga de vez esse cenário é a rotulação totalmente fora de contexto e desnecessária. É comum, por exemplo, atribuir um aluno que tira notas ruins à um "burro", "fracassado", ou que "nunca vai ser alguém na vida", o que revela o pensamento primitivo de boa parte dos alunos e dos professores. Um pensamento que não está preocupado se o aluno está aprendendo ou não, mas sim com as notas. Status. Afinal, é tudo isso que importa: A escola não está mais preocupada com os alunos, está preocupada com ela mesma.
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